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O Poder da Dor

Domingo, tinha tudo para ser um dia perfeito e em poucos segundos tudo mudou.

Estava atrasada como sempre. O ensaio geral da escola começava as 13h da tarde e a essa hora ainda estava na Auto-Estrada. Confiante e muito stressada tinha a certeza que tudo se iria atrasar e eu chegaria a tempo para fazer a minha parte.

Estacionar, que costuma ser fácil para mim, principalmente à porta dos sítios, estava a ser um drama. Voltas e voltas pela Av. da Liberdade, só via os outros a arranjarem lugar e eu nada, apenas o tempo a passar.

Estacionei no Parque dos Restauradores e o plano seria, “faço o ensaio de Bollywood que é a 2ª entrada, saio novamente, tiro o carro e tento estaciona-lo bem a rua, pois a actuação do La Femme é só a 19ª”. Daria imenso tempo para tudo, ainda almoçava e tirava as fotos do look pelo caminho.

Vou a correr para o Coliseu e ainda chego a mais que tempo de tudo. Aguardo pela chamada para o ensaio de Bollywood. Estava nervosa mas confiante.

O grupo sobe no palco e a música começa. Concentro-me na coreografia e em fazer os passos certos, nos tempos certos e evitar esquecer-me de um passo que tinha esquecido de fazer na véspera. Estava concentradissima a dar tudo e na minha cabeça, uma voz dizia “está tudo a correr bem”…e de repente…uma dor insuportável de algo a rasgar na barriga da perna faz-me cair….cheia de dor levanto-me e tento continuar a coreografia…mas já não consigo e volto a cair agarrada na perna.

Sai do palco e já nem conseguia colocar o pé no chão. Imensas pessoas vieram ao meu encontro para tentar entender o que me tinha acontecido. Infelizmente nem eu sabia. Tomei Voltarem, massajei a perna, estive com gelo, enfim uma emoção de dor e de angustia.

Não queria nem pensar que não iria conseguir actuar, naquela noite. Tanto trabalho, tanta dedicação, deitada ao chão por uma lesão.

Mandaram-me estar quieta com a perna para cima, coisa dificil para mim, odeio estar quieta. Para além de tudo ainda tinha a preocupação do carro estar num dos parques mais caros de Lisboa.

Tanta coisa que me passava pela cabeça e havia uma única certeza, “Logo à noite quero Dançar.

Falei com os professores das minhas coreografias e disse-lhes: “pensem já numa alternativa, caso eu não consiga dançar, mas por favor deixem-me tomar essa decisão mais em cima da hora”

Um rapaz muito simpático ofereceu-se para me ir tirar o carro do parque e fui com ele…lentamente e cheia de dores fui (tenho uma coisa que não sei se é boa ou má, mas é nunca me deitar a baixo, ou baixar os braços, ou fazer-me de coitadinha e faço um esforço enorme para fazer a minha vida como se nada fosse). Mudámos o carro e arranjámos lugar quase à porta do coliseu. Ele disse “bem és uma mulher cheia de sorte!!” e estava eu sentada ao lado dele a chorar com a perna e a alma a doer-me “cheia de sorte, really!?! rimo-nos os dois.

Ele levou-me a mala (cor-de-rosa com estrelas brancas…ficava um amor com ela confesso) e eu fiquei a tirar as minhs fotos do look do dia. A Sorrir como se nada fosse. “Quanto mais alimentas a dor, mais ela doí”

Voltei para o coliseu e finalmente sentei-me com a perna elevada e gelo.

Comecei a chorar, estava tão triste de pensar que não iria dançar. Eu que gosto tanto de tudo aquilo. Ao mesmo tempo já me estava a conformar e a pensar no plano B.  “Não danças, mas ajudas as miúdas a maquilharem-se”, “não danças e vais para casa”…então havia assim um misto de emoções dentro de mim e estava a tentar equilibrar a minha mente (mas continuava a chorar).

Enviei uma mensagem ao meu fisioterapeuta de desporto Pedro Roque. Ele já me havia ajudado com outras lesões no passado, a minha única dúvida era se ele iria ver a mensagem, era domingo de tarde e não deixa de ser um dia da família. Ele felizmente respondeu e estivemos a trocar mensagens e factos, e dores e sensações e medicamentos que teria que tomar na hora. 2 meninas lindas, a minha querida Nadine e Mafalda saíram a correr do coliseu e foram à farmácia mais perto comprar-me tudo e voltaram. Era cremes, ligaduras, comprimidos. Estava ali montado um hospital inteiro só para mim.

Entretanto aproximava-se o ensaio do meu outro grupo La Femme, calcei os saltos e percebi que de saltos altos não me doía mais, mas até me sentia mais confortável do que com o pé no chão.

Fiz de lado o ensaio geral para não atrapalhar as minhas meninas e apercebi-me que com cuidado conseguia fazer a coreigrafia.

Foi ai que me apercebi que iria conseguir fazer o espectáculo desde que tivesse muito cuidado, para não piorar. Pedi ao Pedro Nascimento (professor de Bollywood) para fazer a actuação de saltos, em vez de descalça.

O Dia foi acontecendo e as dores foram fluindo com a boa disposição. Evitei pensar na perna como um vitima ou coitadinha e tentei manter a minha boa disposição habitual. “Até agora estou bem e viva e amanhã quando for ao médico preocupo-me com o tratamento e com a cura” Hoje preocupo-me em fazer o que me estava destinado.

Em ambas as coreografias dei o meu melhor, dentro das minhas limitações, sorri, dancei, e amei.

Fui muito feliz por tantos motivos.

Foi um dia diferente e muito duro de aguentar, mas aprendi imenso com ele. Sobre as minhas capacidades, limitações, um treino para a cabeça tanto para o coração. Descobri muitas pessoas prontas a ajudarem-me e que sem elas eu não teria conseguido ultrapassar o que ultrapassei.

Obrigada por tudo. Hoje irei fazer a ecografia para saber o que realmente se passa na minha perna.

Beijinhos enormes

Sofia

Somos Todos Jazzy

Era ontem que o Coliseu ia abaixo!!!!

Mais um ano de loucura com as actuações da jazzy final do ano.

Uma escola de dança que conhece o nível, o empenho e dedicação dos seus alunos e sem medos abre uma sala de espectáculos da dimensão do coliseu! Foi simplesmente lindo!!!

São tantos os níveis emocionais que acontecem dentro de cada um de nós que torna-se dificil de explicar o que é fazer parte da Jazzy.

Foram 400 alunos que ontem actuaram as mais diferentes coreografias, estilos, musicas, e ritmos. Independente do nível de cada um, da idade, do género, da etnia, a vocação, da profissão, todos éramos o mesmo, todos somos Jazzy!

O sorriso, a alegria, a boa disposição, os nervoso miudinho, o apoio, a camaradagem foi incrível e mesmo que algumas pessoas tenham ficado frustradas com a sua performance, porque não correu como era esperado, ninguém sai daquela imponente e glorioso edifício sem ter um sorriso nos lábios e um calor no coração.

Bendita a hora que esta escola abriu as suas portas e que sem dar conta toca nos corações de tantas pessoas. Dançar faz bem à alma,  fazer parte deste Mundo Jazzy faz bem a tudo. Talvez para quem não conheça não consegue entender o carinho que se sente quando se fala na Jazzy, mas garanto-vos que quem lá anda durante o ano e termina desta forma dificilmente terá palavras para descrever o que sente.

Ali ninguém se sente menos e muito menos se sente sozinho, ali Somos Todos Jazzy

Beijinhos e até para o ano e inscrevam-se para o próximo ano vocês confirmarem na pele tudo o que escrevi.

Sofia

 

 

 

 

A dançar e a brincar por São Miguel com Vanda Gameiro

De férias com uma bailarina as poses para as fotos tornam-se desafiantes, trapalhonas e até cómicas.

Ao ver a Vanda a pousar elegantemente em passo de Ballet em diferentes situações em São Miguel, decidi fazer o mesmo mas com as minhas óbvias limitações.

Divertimo-nos imenso com esta comparação e ela era tão querida que dizia sempre…Ficaste optima :).

Para quem não sabe a Vanda Gameiro é a bailarina de salsa/ kizomba mais internacional de Portugal. Considerada como das melhores bailarinas da modalidade do Mundo. Faz par Nuno Furtado há mais de 15 anos e são ambos Professores na Jazzy Dance Studios dessas mesmas modalidades assim como de jazz e lyrical jazz e o incrível La Femme em que sou aluna.

Como coreografa tem o projecto Jazz Project que irá actuar este sábado no Museu do Oriente com um espectáculo de jazz incrível criado todo por si  Humanology (podem comprar bilhetes e assistir) 

Também trabalha como coreografias para vários programas de televisão como o “Achas que sabes Dançar”, “Dança com as Estrelas”, novelas, etc assim como bailarina. Tem um CV que poucos bailarinos infelizmente têm em Portugal, pois já pisou inúmeros palcos pelo Mundo fora, tanto a dançar como a dar aulas: China, NY, Los Angeles, Austrália, Europa, etc

Espero que se divirtam tanto como nós.

Beijinhos

Sofia

Agradecimentos: Medicare, Sata, Neat Avenida, Autatlantis 

 

Sempre e Mais Jazzy

Ontem foi a 6ª vez que subimos ao palco para celebrar mais 1 ano de Jazzy.

Uma escola de dança que mudou a minha vida e que tenho a certeza que mudou de muita gente.

Ao contrário do que se possa pensar a maior parte das pessoas não se inscreve numa escola de dança para ser profissional da área, mas para se divertir, fazer desporto, aprender a controlar o corpo e os movimentos, fazer amigos e até combater a solidão. E por esse motivo, quando se olha para o palco do Tivoli num dia como o de ontem, podemos encontrar pessoas de diferentes idades, tamanho, etnias, nacionalidades, personalidades, jeitos, níveis e estilos.

O que faz da Jazzy uma escola diferente é que as pessoas se aceitam pelas suas diferenças mais do que pelo estilo que dançam e haverá sempre uma coisa linda que nos une que é o amor pela dança.

Apesar de nestes últimos anos não me ter dedicado tanto à dança quanto gostaria, olho para trás e vejo que foi a melhor coisa que fiz foi ter entrado numa escola e mais do que aprender a dançar ou ter jeito foi criar ligações aos longos dos anos com pessoas incríveis que me fizeram crescer, sonhar, chorar e rir a maior parte do tempo.

Que haja sempre Jazzy nas nossas vidas e que venham muitos mais anos como este que passou e dias como o de ontem.

Foi a loucura!!!

Deixo-vos as fotos dos meus looks das actuações.

1º Street Jazz da professora Sofia Caldeira. Celebrámos o movimento artístico Pop Art. Tenho a honra que dizer que a ideia das camisolas foi minha e cada bailarino levava uma com um balão diferente. Não vi o efeito final pois estava no palco com todos, mas deve ter ficado o máximo.

calções – Bershka

2º La Femme da minha linda e querida Vanda Gameiro. Inicio das máquinas fotográficas em que tudo era a preto e branco. Uma mistura de burlesque dos tempos modernos sempre com muita intensidade e sedução.

Body branco – Forever 21

Sapatos de Dança – Rumbanitas

Agora convido-vos a um dia virem experimentar as nossas aulas e a deixar que esta magia da dança também vos contagie.

Beijinhos

Sofia

Let’s Dance La Femme

Ontem voltei ao curso da Vanda Gameiro – La Femme.

Tinha tantas saudades de dançar e gosto tanto. Mas nestes últimos meses dediquei-me ao ginásio e à minha preparação física. Para além de estar a ficar flácida estava a perder resistência e para dançar é preciso fôlego :).

Agora aos pouco vou voltando até porque eu adoro e não quero perder os movimentos e nem por um minuto deixar de me sentir sexy.

Ao som da Rianna e com uma coreografia que só a minha Diva da dança sabe fazer fui-me soltando e dando um bocadinho mais de mim, até sentir que já estava a ficar mais confiante nos novos passos.

E realmente a pessoa sai daquelas aulas com uma carga de sensualidade e é impossivel não se sentir mais poderosa do que quando entrou.

Para este regresso tão especial decidi estrear o meu lindo saco Rumbanita (Há mais cores), um body da bershka, uns tens com saltos que o meu trouxe-me de uma viagem há anos e a camisola da South Fashion Brands

Espero que gostem e ainda vão a tempo de se inscreverem nestas aulas fantásticas. O grupo das meninas é incrível como alias todos os outros.

Beijinhos

Sofia

Querem calçar umas Sofia?

Já não bastava ser embaixadora da marca de sapatos de dança mais giros do Mundo – Rumbanita, como foi agora lançado um modelo de sapatos com o meu nome “Sofias“.

Digam-me como se sentiram no meu lugar?! Porque eu não caibo de felicidade e de orgulho. Ainda para mais o projecto da Mariana Lagarriga é brilhante e tudo o que ela faz e toca fica lindo de morrer.

Ter sido uma das escolhidas, a cara, os pés, o ritmo, o movimento é tudo para mim. Obrigada, Obrigada, obrigada.

Partilho convosco o video da nova produção e dos novos sapatos de dança mas que também recomendo para festas e casamentos, pelo conforto e comodidade.

Deixo-vos também algumas fotos do dia e do making off assim como as pessoas que fizeram parte de tudo

Mariana Lagarriga a criadora da Rumbanita

Madalena Costa – Quem faz os penteados vintage

Susana Couto, Luís Silva e Nádia Days – No Men Photography

Cátia Pereira e o Pedro Miguel Vieira – Faz Filmes

Sala do Detective e sala foram cedidos por André Pires  New Vintage Photo

Beijinhos

Sofia’s

I’m a La Femme e tu não queres ser uma?

Não há nada melhor do que ser Mulher!

Eu adoro e tento ao máximo explorar todos os pontos a favor do meu género. Ser sedutora, protectora, forte, destemida, maternal, carinhosa, intuitiva, sensível, provocadora, inteligente, companheira, guerreira, etc.

Uma das minhas prioridades na vida é sentir-me bem comigo e com o meu corpo, Haver um equilíbrio geral: gosto de como falo, mas também gosto da forma como me apresento. Não sou mulher de ficar a um canto ou esconder-me. Gosto de entrar forte e de virar cabeças e se falarem de mim melhor, quer dizer que o meu poder foi usado na sua plenitude.

Há 11 anos comecei a dançar e foi a melhor forma de conhecer e explorar o meu corpo. Gosto de me envolver de corpo e alma e entregar-me a uma musica a uma coreografia a um momento.

Sou uma fã assumidissima do trabalho da Vanda Gameiro. Foi a minha professora de dança e até então mesmo que tenha experimentado outros estilos diferentes do dela, eu nunca a deixei. O seu trabalho corresponde à sua forma de dançar e estar na vida. É com tudo e leva tudo à frente. É a mulher furação, jibóia que enlouquece qualquer palco em qualquer parte do mundo. É considerada das melhores bailarinas do mundo de Salsa e há uns anos para cá entregou-.se também ao Burlesque e ao mundo intimo de “La Femme“.

Para a semana, dia 4 de Fevereiro, começa na Jazzy, mais um curso que irá dar cabo de muitos coração e dezenas de felicidade cada vez que este grupo de mulheres se junta para dançar.

Somo poderosas, somos brutais, estamos unidas e somos pura diversão quando estamos juntas.

Deixo-vos 2 vídeos nossos, um pedacinho da aula e depois o resultado final. Quem sabe haverá mais vídeos em breve

Beijinhos La Femme

Sofia

Para mais informações telefonem para a Jazzy

Video da Aula (em baixo mostro o resultado final)

Video, edição e montagem de Tito Cacais

Dançar é a minha Vida

Começo já por me desculpar, por qualquer erro de ortografia, ataque de dislexia, troca gramatical ou a mal a utilização do tempo verbal, mas eu dormir 2horas esta noite, por isso não me responsabilizo de algumas das falhas apontadas.

Mas valeu a pena todos os minutos em que fiquei acordada e todos os minutos que não dormi.

Noite de actuação é sempre uma agitação, há que ter tudo pronto, fazer ensaio geral, maquilhar de forma expressiva, tentar que os nervos não atrapalhem, manter a mesma vontade, em frente de milhares de pessoas como se estivéssemos sozinhas em frente ao espelho.

Naquele momento antes de entrar no palco é uma angustia, uns nervos assustadores, passa pela cabeça tanta coisa e ao mesmo tempo nada, as famosas brancas são alternadas com preocupações parvas. Começam as inseguranças de não ter treinado o suficiente, de um pé falhar de um tempo mal contado….abrem-se as luzes e acção…agora é dar tudo por tudo.

E dá-se, mesmo com a boca seca há que sorrir, mesmo com um coração aos pulos, há que manter a fluidez dos movimentos, mesmo com um cérebro descontrolado há que focar, manter a personagem e nunca desistir.

Dançar é a minha vida e foi das melhores decisões que tomei até hoje. Dançar faz-me atingir tantos pontos de satisfação como o mesmo de estar apaixonada, realizada, feliz. Faz mexer todo o meu corpo e acompanhar a música com expressões faciais e movimentos, atitudes, desejos e emoções.

Se há coisa que mais quero da vida é continuar a dançar, seja em casa, no carro, nas festas, na Jazzy, com a minha família, os meus amigos, com os meus animais e principalmente com a Vida.

Cabelo – Mad Moiselle Vintage Haistyle

Fotografia – Tozé Canaveira

Sofitel Lisbon Liberdade

Beijinhos e Showtime

Sofia

Queremos os Bodys de volta

Para quem viveu nos anos 80 sabe muito bem do que vou falar.

Não acredito ser a única a ter saudades dos fantásticos modelitos de dança e ginásio da época.

Lycras coloridas, brilhantes,, cavadas, justas e super elegantes que enalteciam qualquer silhueta ou exercício da Jane Fonda ou momento Fame!!

Com caneleiras, fitas na cabeça, éramos felizes e sexy’s nas coreografias de jazz ou da aeróbica

Hoje volto a relembrar esses tempos e lamento que esta moda ainda não tenha voltado! Tenho a certeza que será preciso algumas meninas bastante corajosas para o fazerem. Ainda há longo caminho a percorrer e alguém vai ter que dar o primeiro passo. Eu apenas consegui dar o meio que foi fotografar-me com o Body da Maaji.

São lindos os pormenores nas costas, assim como o padrão. Quanto à lycra é muito boa, justa mas sem prender os movimentos, é o quanto basta para tudo fluir. O facto de não ser demasiado decotado, também ajuda a ser mais discreto.

É claro que o body pode ser usado por dentro ou fora de umas leggings, mas fica muito mais elegante ao ser assumido, não acham?

Beijinhos e bom dia

Sofia

 

Kizomba para Solteiros

No passado dia 14 de Fevereiro fui embaixadora de um evento muito giro e diferente.

Numa data que se celebra o amor, os solteiros são frequentemente postos de parte. Por isso o Spacio Shopping teve atenção de fazer um evento só para eles….nós, na tentativa, de quem sabe, alguém encontrar a sua alma gémea, ou de, pelo menos conhecerem pessoas novas.

Sou testemunha de que a dança é um terapia maravilhosa, que ajuda a libertar, a fazer novas amizades a desinibir e, claro com muito orgulho aceitei este desafio que me assentou que nem uma luva.

Foi tão giro estar a dançar na ala central do Centro ao ritmo da minha conhecida Kizomba e da professora de dança Anita. Como sempre os homens sentiram vergonha e ficaram mais a ver do que a participar e lá tive eu que fazer o meu papel de macho e dançar com algumas meninas. Como me sinto muito confortável a dançar kizomba, até gostei de entender o lado dos homens e aprender não ocupa lugar e modesto e à parte, até gostei de dar uma de macho lol.

Aproveitem a vida e estas oportunidades, não tenham medo de sair da casca de fazer coisas novas!!!

 

Beijinhos

Sofia