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Vamos Inverter o que Sentimos?

 

 

Hoje acordei novamente com um vazio dentro de mim. Uma sensação estranha, mas infelizmente tão familiar.

Após um fim-de-semana fantástico em que cozinhei com o maior carinho para 20 seguidores e amigos, em que me diverti imenso com os meus cães, ao ar livre num piquenique fantástico que organizei e que correu às mil maravilhas, fui à praia e ri até não conseguir mais com os meus amigos. Em que pude confirmar com os meus olhos a evolução da Hope e da Faith 2 cadelinhas que foram abandonadas e que ando a ajuda-las a serem mais sociais. etc. Tive a sorte de estar presente nos aniversários de alguns amigos e foi tão divertido.

E lá está, no meio de tanta felicidade a tal sensação que me faz sentir nada e que insiste em trazer uma apatia em relação a tudo o que me rodeia, assim como as pessoas, os bons momentos, às recordações tão especiais. Mata-me o brilho, o olhar, o sorriso e até os meus sonhos.

Perto da hora de almoço disse “BASTA!” Acabou-se, vou inverter esta sensação. Vou concentrar-me nas coisas boas e no que tenho e evitar de me preocupar tanto com o que não tenho, com as pessoas que não foram ao piquenique que preparei para elas e que não sei porque motivo nem se preocuparam em aparecer ou dizer alguma coisa. Pelas minhas amigas que se afastam quando estão mais entretidas e esquecem-se que eu também gostava de estar presente nos bons momentos. Pelo homem de sonho que insisto em esperar e pelo projecto profissional que nunca mais chega e que vai mudar a minha vida!

Isto para dizer que em suma tenho a certeza que alguns de vocês fazem o mesmo:

  • A quantidade de tempo que despendemos a pensar no que não temos e o que nos falta é tão grande que praticamente nos ofusca de ver que o que temos é fantástico e maravilhoso.
  • Damos mais importância a quem não se preocupa connosco do que àqueles que estiveram presentes e contribuíram para tanto em ti.
  • Somos na realidade vitimas da nossa frustração e prendemo-nos tanto ao problema que deixamos de ter disponibilidade para encontrar a solução.
  • Em todos os momentos baixos é necessários tirar um tempo para pensar e medir o a gravidade da situação caso contrário vemos uma formiga e transformamos num elefante demasiado pesado de transportar e afinal de contas era só uma formiga
  • Arranjar escapes que nos tragam à realidade e mais do que pedir conselhos aos amigos, abusem da companhia deles, para se manterem entretidos e pensarem menos nos dramas
  • Dediquem-se mais a gostarem do que são, do que a arranjar desculpas para ninguém gostar de vocês
  • trabalhem a vossa confiantes, pois de inseguros ninguém confia

Espero ter ajudado. Todos precisamos de estímulos e mais do que tudo uma chama de atenção quando passamos demasiado tempo a sofrer do que ser a feliz

Beijinhos

Sofia