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Conclusões…

Vou partilhar convosco algumas ideias que me ocorrem nos últimos tempos. Por isso isto, este texto não vai ter um
tema, mas vai ser uma analise geral de conclusões a que cheguei e a diferentes estados de espírito.

Ando estranha no geral, não ando feliz e não ando triste, vivo num estado meio apático, não sei se me faço entender. Tenho uns intervalos de euforia ou de depressão, mas depois regresso à apatia.

Não tenho com o que me queixar na realidade, cada vez tenho mais a certeza que o sucesso é fruto do nosso trabalho, mas isso dá muito trabalho. Dá trabalho não desistir, dá trabalho não baixar os braços, dá trabalho ir à luta, dá trabalho fazer a gestão dos casos de insucesso, dá trabalho implementar as vitórias, dá trabalho ter sucesso. É uma luta constante nos dias de hoje. É preciso estar sempre a olear a máquina, a mente e o corpo.

Se calhar o facto de não tirar férias há 4 anos, faça-me sentir a necessidade das mesmas mais do que o normal).

Ando bem de saúde e felizmente não fico doente há mais de 4 anos, porque aprendi a ouvir o meu corpo e a saber parar e a trata-lo quando necessita. Mas o problema no menisco tirou-me a pica para correr e a rinite dá-me mau descanso e isso são cosias que me moem, porque a 2ª acaba por me tirar a força e vontade para tudo e principalmente para a 1ª. Enfim nada que não resolva, apenas chateia.

Também não sei se a minha apatia está relacionada com o facto de não amar, não desejar, não querer ninguém. Pela primeira vez na vida não sinto nada por ninguém, nem consigo sentir, não me apetece sentir. A hipótese de me envolver ou ter alguém assusta-me de tal maneira que só me vejo a fugir de tudo e de todos. E pela 1ª vez na vida tenho pessoas que merecem mesmo a minha atenção e que seriam perfeitas para mim e eu simplesmente não consigo deixar de ter medo.

Olho à minha volta e vejo tanta coisa errada, tanta maldade, tanta agonia, tanta gente má. Tentamos viver uma vida pacata, mas depois temos a nossa vida nas mãos de pessoas que nem conhecemos, que são loucas obstinadas, que não têm sentimentos e que estão prestes a explodir e acabar com o Mundo em segundos. Isso é um bocadinho assustador e há uma onda de medo que nós faz pensar 2 vezes em viajar, em conhecer o Mundo, em sair de casa, em ter filhos, ou por lado nos faz querer viver tudo para aproveitar enquanto podemos. Esta incerteza do futuro global tornou-se um bocadinho assustador e as noticias, as redes sociais não ajudam, porque somos bombardeados com imagens horríveis diariamente.

Estou adaptar-me ás minhas vitórias pessoais, mas muito orgulhosa de mim. Hoje tive uma nova boa noticia de que perdi 1 quilo e vou tentar manter e perder os outros que faltam. Falta-me mudar as minha horas de sono (aumenta-las) e ser mais regrada no desporto e não desistir tão facilmente.

No outro dia disseram-me uma coisa que me entristece muito, que está relacionada com a Inveja. Eu não quero que tenham inveja de mim, quero que se inspirem nas coisas que faço, não em todas óbvio, mas naquelas em que vocês se sentem mais próximos, da mesma maneira que eu faço com outras pessoas. A inveja é uma coisa horrível, porque o nosso sucesso tem que estar relacionado com as nossas vitórias e não com as derrotas dos outros. Faço-me entender?! Por isso toca lá a dizer coisas bonitas em vez de deitar o próximo a baixo, porque não faz bem à saúde de ninguém.

E para terminar, uma das minhas maiores descobertas dos últimos tempos. A nossa felicidade não depende dos outros, depende apenas de nós. Por isso a ideia de achar que um namorado, um marido, vai mudar essa condição enganem-se, tem que partir de vocês mesmos e depois sim podem ser felizes em casal.

Beijinhos curtam-se muito e sejam felizes

Eu estou muito menos apática, agora que cheguei ao final do texto

Sofia