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Como uma Brisa

Fazer bem a alguém, estender uma mão não é assim tão incomum ao ser humano fazer. Há quem faça com muito frequência sem pedir nada em troca. É como um instinto, o dar, o ajudar, o partilhar, o ouvir, o concertar, etc.

Mas com o tempo é normal haver uma certa angustia quando se sente que a acção não foi reconhecida ou que nunca teremos dessa pessoa o mesmo envolvimento e entrega.

Como a idade e o tempo vamos aprendendo a fazer essa gestão. A quem dar, que doses dar e o que esperar?

Viver sem expectativas é sempre o melhor, o que vier veio e enche-nos o coração o que passar, passou e já foi. Ficam-se as boas acções sempre dentro do nosso coração e de quem deu valor.

Pessoas assim são como a Brisa. Refrescam nos dias mais quentes. Trazem consigo os aromas intemporais. Afastam-nos os cabelos da rosto. Trazem memórias boas e vontades ainda melhores. Arrepiam ao final de dia e são capazes e mudar a página de um livro sem ter que alterar a história. Mas depois têm que aprender a seguir o seu caminho e voltar a fazer o mesmo por quem mais passarem.

As Brisas não são de ninguém, mas toda a gente pode ter a sorte de ser sobrada por uma

Beijinhos

Sofia