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As Rainhas Também Perdem a Cabeça

Na semana passada fui ver o filme Mary, Queen of Scots com as actrizes Margot Robbie que interpretava o papel de Elizabeth I da Inglaterra, e Saoirse Ronan de Mary I, da Escócia

Adorei o filme, apesar de a história ter sido complicada de seguir (porque eu preciso de tempo para decorar os nomes das personagens, associar as caras aos nomes, e confesso que essa parte custou-me um pouco, até porque a história segue a um ritmo um pouco rápido.

O filme tem uma fotografia incrível e uma interpretação brilhante das 2 actrizes, Margot e a Saoirse. Aproveito também para salientar o guarda roupa que está deslumbrante e dá vontarde de fazer parte da época.

Mas o que queria chamar a vossa atenção é como nós mulheres somos fantásticas, poderosas e podemos assumir cargos de grande responsabilidade e cargos que qualquer homem faria até…..até….uma mulher se apaixonar e assim sim começa o drama e a escambar tudo.

Não vou contar o filme, obviamente, mesmo que não haja algo a esconder pois a história foi verídica…foi Historia!!!! Mas e realmente incrível como as mulheres, sejam elas as quem forem, de origem, raça, espécie, tribo, planeta, tipo sanguíneo, tenha pele mista ou seca, pé chato ou a gretar…que apaixona-se e estraga tudo!!!

É como se ela deixa-se de funcionar direito, os sensores dela passam a ser flores para atrair coisas que não devem!!! Deixam de ouvir e acham que só elas e o amor delas têm razão.

É uma linda forma de amar sem dúvida, mas depois de verem o filme e lembrarem-se de algumas das vossas paixões em que perderam mais do que ganharam vão perceber o que digo. Eu por exemplo sou dessas mulheres que deveria ser proibida de me apaixonar para não fazer porcaria. Fico mole, bamba, trolha, tonta, perdida, apática e só vejo corações e a cara do meu amor pela frente…depois quando descubro que ele é um bandido, um criminoso, fico sem chão porque estive o tempo todo sem rede. Tento remediar a coisa, mas entre a dor da perda, da traição pareço uma barata tonta acabada de apanhar um choque eléctrico.

Resumindo foi isso que tramou uma das Rainhas. A outra foi consumida pela doença chamada de ter, mas não querer e não saber o que fazer para não abdicar do poder…até rimou :D. Queria muito ser mãe mas não se decidia deixou o tempo passar, ficou invejosa e bimba foi rainha, mas infeliz.

Enfim que isto seja um alerta para vocês minhas Princesas e Rainhas que podemos ter um amor equilibrado sem abdicar de nada muito menos dos nossos poderes e (feitiços) e conquistas. Sejam razoáveis e estáveis e não precisam de ouvir os conselhos dos outros, mas sinta os sinais, os vossos instintos

Beijinhos e sejam muito felizes

Sofia