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Heróis do Mar e da Terra

Longe de Lisboa, longe de todos e tão perto de mim.

Foi assim que me perdi na semana passada num retiro que mudou a minha vida.

Uma das coisas que aprendi foi aceitar-me como sou, essa era uma das minhas maiores missões. Colocar definitivamente de parte a minha necessidade de ser como os outros querem que seja e tentar ser perfeita em tudo.

Não sou e vou ter que viver com isso para sempre. As minhas imperfeições e os meus defeitos podem inclusive ser charmosos e interessantes, aos olhos de quem me quer realmente ver.

Com os pés bem assentes no chão, palmilhei os campos de terra, a seara, os montes, com palha seca, pó, erva daninhas, flores, árvores e um céu todo para mim. Os raios de luz furavam as verdes folhas e iluminaram e aqueceram a minha alma vezes e vezes sem conta.

Chorei a ver os gansos correr, o leitãzinho a mamar e com a cabrinha que acabara de nascer. Dei-lhes água e eles deram-me vida.

Chorei a cantar o Hallelujah enquanto lavava a loiça porque atrás de mim estava aquilo que sempre sonhei e bastava viram-me que ao alcance de um gesto podia meu para sempre.

Vi e senti coisas únicas e que espero que vocês um dia possam sentir. Os que já sentiram sabem o gosto especial que têm todos esses momentos que se convertem em histórias, sonhos, realidades e quem sabe amor.

Sandálias – Nazaré Hérois do Mar  (as sandálias rasas são incrivelmente confortáveis)

Incrivel todos os pormenores da marca, desde a colecção à caixa e caixinhas

At – Herdade do Moinho Novo

Beijinhos

Sofia